A escala Richter é um sistema criado, a cerca de 70 anos para medir os movimentos sísmicos. Charles Richter desenvolveu o sistema que mede a potência de um tremor em um determinado lugar. A escala Richter é pontuada de um a nove. Cada grau corresponde a ondas dez vezes mais “fortes”, a uma potência 30 vezes superior. Assim, por exemplo, um terremoto de grau nove na escala Richter é 900 vezes mais potente que um tremor de grau sete. Um terremoto de menos de 3,5 graus é apenas registrado pelos sismógrafos. Um entre 3,5 e 5,4 já pode produzir danos. Um entre 5,5 e 6 provoca danos menores em edifícios bem construídos, mas pode causar maiores danos em outros. Já um terremoto entre 6,1 e 6,9 na escala Richter pode ser devastador numa zona de 100 km. Um entre sete e 7,9 pode causar sérios danos numa grande superfície. Os terremotos acima de oito podem provocar grandes danos em regiões localizadas a várias centenas de quilômetros do epicentro.
A terra é formada por camadas: a hidrosfera (de água), a atmosfera (de gases) e a litosfera (de rochas). A litosfera é a camada mais rígida da terra e divide-se em partes menores chamadas placas tectônicas. Essas placas tectônicas se movimentam lentamente, gerando um processo contínuo de esforço e deformação nas grandes massas da rocha. Quando esse esforço supera o limite de resistência da rocha, faz com que ela se rompa liberando parte da energia acumulada que é liberada sob forma de ondas elásticas, chamadas de ondas sísmicas. Essas ondas podem se espalhar em todas as direções, fazendo a terra vibrar intensamente, ocasionando os terremotos.
Na verdade, duas práticas antigas foram as responsáveis pela determinação deste costume. A primeira vem da época dos duelos de cavalaria. Para enfrentar seus oponentes, os participantes carregavam as lanças com a mão direita. E a outra consistia, na verdade, em uma conduta defensiva: se um homem cruzasse com um estranho em uma estrada estreita, o mais sábio seria deixá-lo passar pela direita, porque assim se poderia sacar a espada facilmente caso houvesse uma tentativa de ataque por parte do desconhecido. A tradição acabou sendo mantida no ato dirigir.
Atualmente, a escolha do nome é feita pela Organização Meteorológica Mundial, com sede em Genebra. Os furacões formados no Oceano Atlântico podem receber 21 nomes diferentes, de A a W, organizados em 6 listas – uma para cada ano. Caso a quantidade de furacões em um ano passe de 21, a identificação passa a ser feita com letras do alfabeto grego. No Pacífico, as 6 listas contém 23 nomes, de A a Z. Em ambos os casos, os nomes são reutilizados, obedecendo um sistema de rodízio. No entanto, caso o fenômeno meteorológico seja particularmente marcante, o nome é retirado da lista por respeito às vítimas e para facilitar seu uso em referências históricas. Nem sempre a escolha dos nomes obedeceu a critérios tão científicos. No início do século XIX, eram comum a utilização do nome do “Santo do Dia” e, na Austrália, o meteorologista Clement Wragge batizava furacões com nomes de políticos que ele detestava.